Tudo que vês ou sentes de mim É a essência exata do que sou E se o que pensas e ouves de mim parece insólito e inadequado Reflete um pouco... Hoje caminhaste, sentiste o vento E o sol que seca as folhas no chão... E que saber especial usaste? Ciência? Magia? Um saber oculto? Se ora me vês agindo como criança Menino, que sem falar, aponta... Ora me sentes um fraco, um velho Que estórias velhas de vida, conta... É que me encontras perdido, indeciso e só Encruzilhadas que eu mesmo tracei Dedos trêmulos na areia Que veste solta a estrada da vida... Por isso, não procures segredos em mim Não passo e nunca passarei de lógica Primária matemática... A soma exata do que te mostro E o que se esconde em mim Que eu próprio desconheço! Voltar
Tudo que vês ou
sentes de mim
É a essência exata
do que sou
E se o que pensas
e ouves de mim
parece insólito
e inadequado
Reflete um pouco...
Hoje caminhaste,
sentiste o vento
E o sol que seca
as folhas no chão...
E que saber
especial usaste?
Ciência? Magia?
Um saber oculto?
Se ora me vês
agindo como criança
Menino, que
sem falar, aponta...
Ora me sentes
um fraco, um velho
Que estórias
velhas de vida, conta...
É que me encontras
perdido,
indeciso e só
Encruzilhadas que
eu mesmo tracei
Dedos trêmulos
na areia
Que veste solta a
estrada da vida...
Por isso, não procures
segredos em mim
Não passo e nunca
passarei de lógica
Primária matemática...
A soma exata
do que te mostro
E o que se esconde
em mim
Que eu próprio
desconheço!