E mãos lânguidas, louca, e
sem fim
Quem és, quem és tu, não eu,
e estás em mim
Impuro, como o bem que está
nos puros?
Que paixão fez-te os lábios tão
maduros
Num rosto como o teu criança
assim
Quem te criou tão boa para o
ruim
E tão fatal para os meus versos
duros?
Fugaz, com que direito tens-me
pressa
A alma, que por ti soluça nua
E não és Tatiana e nem Teresa: