Que Tonta Que Sou
 
 
(Regina O.)
 
Que tonta que sou
Vida minha, aonde estou?:
Deixei escapar esse amor,
das minhas mãos
A rosa que ganhei, logo que
você eu encontrei, ainda está
viva, para me lembrar, de quanto
seria eterno esse amor
Que tontaQue tonta que sou...
Porque não deixei de lado,
essa coisa de ser poetisa,
de querer ver poesia em tudo
Aquele homem, deveria ser meu,
somente meu, mesmo sem ser poeta
 
Volta paixão, aqui, ainda estou
Já joguei fora toda a rima e aguardo
pela sua companhia
Prometo deixar essa minha mania,
de querer que a vida seja só feita de
poesia
Vem pra mim...
Volta trazendo todo o desejo
que percebi no seu olhar, quando
meu corpo admirou
Parecia por sob a roupa me olhar,
tocar, desnudar
 
Ainda tenho aquela rosa vermelha
Seu perfume continua aqui
Como a me conduzir inteira pra você
antes de dormir, volta por inteiro
Não quero sua poesia, quero seus braços,
seu corpo, seu peito cheiroso, sua boca,
suas mãos deslizando pelo meu corpo
 
Esqueça que escrevo poesias
Já deixei de fazê-las, agora
Mas não estranhe se ao ir embora,
eu pegue de novo, a caneta e o papel,
e volte a escrever pra você
E poetisa, eu volte a ser
 

 

 

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